A Rodolfo Izaguirre
Hoje poderia ser um dia comum.
Talvez não fosse, já que todos andam dizendo que será o ultimo dia da nossa "amada" Terra.
Mas não é por isso que, pra mim, hoje é um dia especial.
E direi porque, mais tarde.
Há algum tempo eu conheci um garoto.
Antipático, chato, orgulhoso, cheio de si.
Como, nesse mundo tão pequeno, poderia existir alguém com o nariz tão empinado quanto o dele?
Não entendo porque eu encontrei uma pessoa tão, tão, tão...parecida comigo!
Sim, foi amor à primeira vista.
Nos demos bem de cara, nos tornamos fiéis a uma amizade que nada e ninguém poderia destruir.
Nos tornamos rocha.
E enfrentamos gangues inteiras de noobs, e esnobamos muitos deles, e pisamos e rimos e fomos felizes enquanto durou, e seremos enquanto durar. Pra sempre, de preferência.
E, um belo dia, por sermos tão parecidamente orgulhosos, nos dispersamos no tempo, sem lenço e sem documento. Café sem leite. Amargo.
Como poderia a panela viver sem a tampa?
Como poderia um geminiano incompreendido não estar mais sempre junto com o outro.
21 sem 22.
Causa sem consequencia?
Como poderia?
Não poderia!
E o tempo, dessa vez, perdeu pra gente.
E rimos do tempo também.
E compartilhamos alegrias, e tristezas, e decepções.
E eu me orgulho sempre de ser uma das poucas pessoas pra quem ele se mostra como é, sensível, amável e extremamente dócil.
E depois, nos tornamos os mesmos enjoadinhos de sempre, menosprezando quem se meter a besta conosco.
E ainda estaremos mais perto, e andaremos por aí, porque ainda não criamos asas.
E é por isso que estou feliz hoje.
Porque ele está feliz, e porque eu o tenho comigo.
Como o sol para o verão.
Te amo, Rodox, Feliz Aniversário.
sábado, 21 de maio de 2011
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Entre o neon e o verde-água

À Amanda Stuckert
Ela estava ali, pronta pra ser decifrada.
No início tinha a doçura do mel, e eu me encantava todos os dias em admirar o seu olhar, mesmo naquela foto, com muito zoom, que tornava a sua aparência quase viva.
As fotos dela sempre falaram muito.
Logo que a cumprimentei, senti que ali havia mais do que uma brasiliense tímida, uma menina de sorriso largo...
E, nesse tempo, ela era um par, e tinha um par.
E eu sempre me perguntava porque ela, tão completa, precisava de um par.
Deixei as perguntas de lado e passei a aceitá-la, sendo dois.
E criei jogos que ela jogou.
E provas que ela decifrou.
E enigmas que ela revelou.
E criei um coração, que ela tomou pra ela.
Foi quando eu percebi que já começava a pensar nela de manhã cedo e corria pra conversar ou simplesmente para ler a conversa do dia anterior.
E ela continuava jogando meus jogos - e ganhando.
E passamos a nos enlaçar, nos contorcer, nos amassar e caber em nós mesmos, da nossa forma.
Fomos virando cúmplices, mostrando nosso amargor, nosso azedume.
E fomos a cada dia nos apaixonando mais pelas nossas semelhanças gritantes.
Ela já era uma só, e eu era totalmente ela.
E ela também queria ser eu.
Sem perceber, comecei a escovar meus dentes com escovas verde-cana, a gostar mais daquela minha camiseta verde-água, a usar no meu relógio o bracelete neon - verde!
Meu mundo ficou mais verde e preenchi um vazio grandão, com o doce azedume daquele sorriso.
Antes, Amanda.
Agora, Mandoquinha, Mandoca, amor.
A doce menina não jogava mais meu jogo, porque o jogo agora também era dela, e ela fazia muito mais sucesso que eu.
E sempre me deixava p da vida quando negava explicações daquela série meio confusa que só ela decifrava.
Decifrou-me, por inteiro.
E eu a decifro todo dia, com muito mais carinho.
E cada e-mail tem virado carta.
E cada sorriso tem sido maior.
E cada vez, o amor tem aumentado.
Porque, entre o neon e o verde-água existem infinitas tonalidades.
E o que é pra ser eterno, nunca se descolore.
Te amo, Amanda Stuckert
No início tinha a doçura do mel, e eu me encantava todos os dias em admirar o seu olhar, mesmo naquela foto, com muito zoom, que tornava a sua aparência quase viva.
As fotos dela sempre falaram muito.
Logo que a cumprimentei, senti que ali havia mais do que uma brasiliense tímida, uma menina de sorriso largo...
E, nesse tempo, ela era um par, e tinha um par.
E eu sempre me perguntava porque ela, tão completa, precisava de um par.
Deixei as perguntas de lado e passei a aceitá-la, sendo dois.
E criei jogos que ela jogou.
E provas que ela decifrou.
E enigmas que ela revelou.
E criei um coração, que ela tomou pra ela.
Foi quando eu percebi que já começava a pensar nela de manhã cedo e corria pra conversar ou simplesmente para ler a conversa do dia anterior.
E ela continuava jogando meus jogos - e ganhando.
E passamos a nos enlaçar, nos contorcer, nos amassar e caber em nós mesmos, da nossa forma.
Fomos virando cúmplices, mostrando nosso amargor, nosso azedume.
E fomos a cada dia nos apaixonando mais pelas nossas semelhanças gritantes.
Ela já era uma só, e eu era totalmente ela.
E ela também queria ser eu.
Sem perceber, comecei a escovar meus dentes com escovas verde-cana, a gostar mais daquela minha camiseta verde-água, a usar no meu relógio o bracelete neon - verde!
Meu mundo ficou mais verde e preenchi um vazio grandão, com o doce azedume daquele sorriso.
Antes, Amanda.
Agora, Mandoquinha, Mandoca, amor.
A doce menina não jogava mais meu jogo, porque o jogo agora também era dela, e ela fazia muito mais sucesso que eu.
E sempre me deixava p da vida quando negava explicações daquela série meio confusa que só ela decifrava.
Decifrou-me, por inteiro.
E eu a decifro todo dia, com muito mais carinho.
E cada e-mail tem virado carta.
E cada sorriso tem sido maior.
E cada vez, o amor tem aumentado.
Porque, entre o neon e o verde-água existem infinitas tonalidades.
E o que é pra ser eterno, nunca se descolore.
Te amo, Amanda Stuckert
segunda-feira, 9 de maio de 2011
A arte de entender o que não se explica.

Certa vez, um homem jovem com uma criança no colo viajava ao meu lado.
Ele, o homem, aparentava não mais que trinta anos.
O outro, menino, não podia ter mais que quatro.
Seguíamos o trajeto calados, sérios.
Eu, lendo o meu Comer rezar amar, eles, dividindo uma cumplicidade monstruosa, trocando carinhos de pai e filho.
O tempo passava muito melhor pra ambos que pra mim.
Comecei, com um tempo, a perceber que o menino, a cada parada que o ônibus fazia pra embarque/desembarque/abastecimento, perguntava insistentemente se já tínhamos chegado à Acopiara (penúltima cidade antes do destino final).
De início achei uma chatice aquela criança perturbando o seu pobre pai que tentava dormir (e me fazendo perder a concentração no livro), sempre com a mesma frase: "É Acopiara, pai?" e a resposta sempre vinha com a mesma doçura: "Não, meu amor, ainda não"...
Depois, descobri que eles estavam indo encontrar a esposa/mãe, e então entendi a angústia e ansiedade pela chegada à tal cidadezinha.
Parada pro almoço:
"Pai, já é Acopiara?"
"Não, meu amor..."
Segunda cidade do roteiro:
"Pai, já é Acopiara?"
"Não, meu amor..."
Próxima (e próxima, e próxima):
"Pai, já é Acopiara?"
"Não, meu amor..."
Todos por perto já estavam rezando desesperadamente pra que chegasse logo o destino daquela aflita criança, que ela pudesse encontrar sua mãe e receber dela todo o carinho, tomar seu sorvete de cidade do interior, correr nas pracinhas de cidade do interior, ficar irritado com os infinitos apertos nas bochechas, vindos das amigas da sua avó, na cidade do interior.
E, enfim, aproximava-se.
O pai disse com um ar desinteressado: "Estamos chegando em Acopiara, macho."
E o menino sorria eufórico, pulando no colo do pai como quem queria pular a janela ali mesmo e abraçar aquele povo, e correr naquelas ruas, e agarrar qualquer pedaço do que fosse Acopiara.
E Acopiara chegou.
E eu esperei que eles seriam os primeiros a desembarcar, mas a velhinha da cadeira da frente desceu, os caras lá do fundo também.
A mulher antipática apressou-se.
O ônibus tornou a dar a marcha-ré e eles não desceram em Acopiara.
No resto do trajeto, o pai dormiu e o menino não perguntou mais nada.
Enquanto eu me perguntava porque eles não haviam descido e encontrado toda aquela felicidade e aconchego acopiarenses.
Chegamos no destino final.
E aí me veio a resposta do que me martelava a cabeça nos ultimos 50 minutos de viagem.
Lá, na rodoviária de Iguatu, estavam a mãe e a avó do menino, à sua espera.
E ele desceu correndo, rodopiando, gritando.
E foi abraçado, beijado, suspenso no ar.
E cheguei à minha conclusão: o frio na barriga do "estamos quase" é infinitamente melhor do que uma chegada sem espera.
O que faz de um encontro especial é a ansiedade incontida de que ele aconteça.
Iguatu era o sinal de que já haviamos chegado.
Acopiara era a imensa sensação de que faltava pouco.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Fênix ou De volta ao campo do sonho bom

Como depois de toda tempestade vem a calmaria, comigo não poderia ser diferente.
Calmaria chegou, abriu as janelas, deixou o ar entrar. Tirou todas os pacotes de comida em conserva que deixei sobre a mesinha do centro, limpou o pó do carpete.
Calmaria desligou a TV, colocou uma música (não me lembro muito bem se era um jazz ou uma lambada), sacudiu os quadris e foi fazer um café.
Eu não me lembro de ter a convidado pra passar uns dias comigo, mas a Calmaria tem alguma coisa daquela tia distante, que aparece sem ser convidada e enche a casa com sua voz estridente - e surpreendentemente calma. Calmaria preparou meu banho, tirou minha barba e gritou alto que eu estava engordando. Fez o meu suco preferido, me fez sentir em casa, na casa que eu chamo de corpo e da qual me afastava cada vez mais.
Calmaria pôs a mesa, a sortiu de tudo o que eu poderia imaginar, e sentou-se despretensiosa.
E, num estalar de dedos, moveu aquela nuvem cinza que teimava em ficar sobre minha casa, e colocou no lugar um céu de um azul radiante, com pássaros cantando ao longe e um campo verde rodeando cada centímetro que poderia ser visto no horizonte.
Calmaria chegou e eu comprei roupas novas pra ela - e pra mim também - , deixei ela bem à vontade, parei de cantar as músicas que ela não gosta e tenho feito de tudo para que ela não se mude.
Calmaria trouxe todos os seus documentos. Não me lembro bem se seu primeiro nome é Esperança, Alegria ou Perseverança, mas seu sobrenome certamente é Amor Divino, e ela tem me mostrado que sentar e olhar o campo faz, dentro de mim, muito mais do que eu esperava que fizesse.
Calmaria chegou, e fez morada.
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Pelas buscas sem sucesso.

Meu nome não é pessimismo, nem ao menos foi um dia.
Também não costumo ser aquelas pessoas de alma nefasta que parecem a todo o tempo acompanhadas por uma nuvem negra.
Mas às vezes eu simplesmente não consigo me levantar.
E essa é uma das vezes.
Não é falta de sonhos, nem de objetivos.
Não falta coragem, não falta vontade, não falta competência.
Tenho de sobra caráter.
O que falta é algo sem denominação.
Falta preencher um vazio grande.
Falta oportunidade.
E essas ausências sucessivas doem, rasgam e corroem tudo por dentro.
É uma sensação horrível e desgastante de ir deixando os pedaços a cada parada pro almoço. Algo como perder um minuto de vida pra cada lágrima derramada, e não saber como fazer os olhos pararem de chorar - nem a alma.
Perdi de vista o Allan-palhaço, a boa companhia nas tardes de sábado, o que fazia todo mundo rir e aparentava nunca estar pra baixo.
Ando me acostumando - à força - com o Allan-mudo, aquele que passa e não é notado, aquele que some dos lugares que vai, e que rejeita ir a muitos outros lugares.
Allan-cansaço.
Cansado de recolher estilhaços de mim mesmo.
Cansado de me quebrar a cada tentativa de me consertar novamente.
Ando frio, como um inverno que nunca acaba.
E a todo momento caem mais pedaços enormes de gelo - banhos de água fria.
E cada dia mais me convenço de que não faço muita falta.
É o mundo dos robôs suprimindo as emoções.
É a lataria enferrujando.
É a eterna tristeza pelas buscas sem sucesso.
Também não costumo ser aquelas pessoas de alma nefasta que parecem a todo o tempo acompanhadas por uma nuvem negra.
Mas às vezes eu simplesmente não consigo me levantar.
E essa é uma das vezes.
Não é falta de sonhos, nem de objetivos.
Não falta coragem, não falta vontade, não falta competência.
Tenho de sobra caráter.
O que falta é algo sem denominação.
Falta preencher um vazio grande.
Falta oportunidade.
E essas ausências sucessivas doem, rasgam e corroem tudo por dentro.
É uma sensação horrível e desgastante de ir deixando os pedaços a cada parada pro almoço. Algo como perder um minuto de vida pra cada lágrima derramada, e não saber como fazer os olhos pararem de chorar - nem a alma.
Perdi de vista o Allan-palhaço, a boa companhia nas tardes de sábado, o que fazia todo mundo rir e aparentava nunca estar pra baixo.
Ando me acostumando - à força - com o Allan-mudo, aquele que passa e não é notado, aquele que some dos lugares que vai, e que rejeita ir a muitos outros lugares.
Allan-cansaço.
Cansado de recolher estilhaços de mim mesmo.
Cansado de me quebrar a cada tentativa de me consertar novamente.
Ando frio, como um inverno que nunca acaba.
E a todo momento caem mais pedaços enormes de gelo - banhos de água fria.
E cada dia mais me convenço de que não faço muita falta.
É o mundo dos robôs suprimindo as emoções.
É a lataria enferrujando.
É a eterna tristeza pelas buscas sem sucesso.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
40 coisas randômicas - II.
Segunda-feira.
Depois de um acontecimento muito foda na minha vida.
Resolvi escrever sobre 40 coisas que eu aprendi ou exercitei, nesse fim de semana.
1. Opostamente às coisas randômicas, existem as coisas rondônicas (não me pergunte o que são);
2. Quando estamos felizes, involuntariamente, despertamos a raiva das pessoas;
3. Uma rede armada é uma bagunça sem tamanho;
4. As energias boas e as más são transmitidas através de olhares;
5. O público da frente, em um grande show, não é muito agradável;
6. Não importa o quão bom eu tente ser, vou parecer que quero saber ou ser mais do que eu sei/sou;
7. A maré sobe muito rápido quando se está sozinho;
8. "A Distância", de Roberto Carlos, é uma linda música;
9. Não sou muito bom em procurar pessoas;
10. E não tenho muita sorte no "zero ou um';
11. Sou a impaciência ambulante quando se trata de lidar com adultos infantis;
12. Existem extra-terrestres nas rodoviárias, disfarçados de velhinhas simpáticas;
13. Não importa o quanto uma coisa é importante pra você, ela pode não representar nada pros outros;
14. Dois dias regados à frituras não fazem muito bem ao intestino;
15. Quando as pessoas sentem raiva de você, elas tentam se mostrar superiores;
16. O tempo não passa quando você está triste;
17. Não se pode escolher as pessoas com quem você viverá os melhores momentos da sua vida;
18. Não consigo terminar 50% das coisas que eu inicio;
19. Os celulares são robôs do mal programados para descarregar a bateria quando você mais precisa dela;
20. Existem pessoas que me conhecem e que eu simplesmente não lembro de ter visto na vida;
21. Existem pessoas que eu conheço e que não lembram de nunca ter me visto na vida;
22. É muito tocante ver alguém receber flores publicamente;
23. Pessoas irresponsáveis não se julgam assim;
24. Não é fácil aparecer em um vídeo, quando se quer aparecer nele;
25. Os assaltantes são mais inteligentes que os vendedores de refrigerante;
26. Um pedacinho de papel colorido picado pode representar mais do que se supõe.
27. Voltar pra casa não é tão bom, quando a "casa" não é a "casa" pra onde você realmente queria voltar;
28. Não é fácil encontrar Julia Dantas na internet;
29. É impossível encontrar minhas mãos entre 13 mil outras mãos;
30. 10 minutos é tempo demais;
31. O mar não me inspira tanto;
32. Eu não sou a pessoa mais irônica do mundo (e pra isso, um brinde);
33. Nem todas as ligações ficam salvas na memória do meu celular;
34. Um mesmo lugar, no mesmo momento, pode parecer o céu ou o inferno, dependendo da visão de cada um;
35. Elis Regina emociona;
36. Algumas pessoas mudam pra melhor quando bebem. Outras nunca deveriam beber;
37. Uma tarde muda tudo;
38. Moças das rodoviárias são tão legais quanto as aeromoças;
39. Odeio cobradoras de ônibus;
40. Quanto mais eu faço as coisas parecerem corretas, mais elas se entortam.
Resolvi escrever sobre 40 coisas que eu aprendi ou exercitei, nesse fim de semana.
1. Opostamente às coisas randômicas, existem as coisas rondônicas (não me pergunte o que são);
2. Quando estamos felizes, involuntariamente, despertamos a raiva das pessoas;
3. Uma rede armada é uma bagunça sem tamanho;
4. As energias boas e as más são transmitidas através de olhares;
5. O público da frente, em um grande show, não é muito agradável;
6. Não importa o quão bom eu tente ser, vou parecer que quero saber ou ser mais do que eu sei/sou;
7. A maré sobe muito rápido quando se está sozinho;
8. "A Distância", de Roberto Carlos, é uma linda música;
9. Não sou muito bom em procurar pessoas;
10. E não tenho muita sorte no "zero ou um';
11. Sou a impaciência ambulante quando se trata de lidar com adultos infantis;
12. Existem extra-terrestres nas rodoviárias, disfarçados de velhinhas simpáticas;
13. Não importa o quanto uma coisa é importante pra você, ela pode não representar nada pros outros;
14. Dois dias regados à frituras não fazem muito bem ao intestino;
15. Quando as pessoas sentem raiva de você, elas tentam se mostrar superiores;
16. O tempo não passa quando você está triste;
17. Não se pode escolher as pessoas com quem você viverá os melhores momentos da sua vida;
18. Não consigo terminar 50% das coisas que eu inicio;
19. Os celulares são robôs do mal programados para descarregar a bateria quando você mais precisa dela;
20. Existem pessoas que me conhecem e que eu simplesmente não lembro de ter visto na vida;
21. Existem pessoas que eu conheço e que não lembram de nunca ter me visto na vida;
22. É muito tocante ver alguém receber flores publicamente;
23. Pessoas irresponsáveis não se julgam assim;
24. Não é fácil aparecer em um vídeo, quando se quer aparecer nele;
25. Os assaltantes são mais inteligentes que os vendedores de refrigerante;
26. Um pedacinho de papel colorido picado pode representar mais do que se supõe.
27. Voltar pra casa não é tão bom, quando a "casa" não é a "casa" pra onde você realmente queria voltar;
28. Não é fácil encontrar Julia Dantas na internet;
29. É impossível encontrar minhas mãos entre 13 mil outras mãos;
30. 10 minutos é tempo demais;
31. O mar não me inspira tanto;
32. Eu não sou a pessoa mais irônica do mundo (e pra isso, um brinde);
33. Nem todas as ligações ficam salvas na memória do meu celular;
34. Um mesmo lugar, no mesmo momento, pode parecer o céu ou o inferno, dependendo da visão de cada um;
35. Elis Regina emociona;
36. Algumas pessoas mudam pra melhor quando bebem. Outras nunca deveriam beber;
37. Uma tarde muda tudo;
38. Moças das rodoviárias são tão legais quanto as aeromoças;
39. Odeio cobradoras de ônibus;
40. Quanto mais eu faço as coisas parecerem corretas, mais elas se entortam.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
40 coisas randômicas - I.
Esses dias eu soprava por aí e me deparei com uma idéia alheia que me inspirou profundamente a criar algo periódico aqui.
Sempre que der, virei e postarei sobre 40 coisas relacionadas a determinado assunto ou acontecimento, ou mesmo frases generalizadas.
E hoje começo com:
1. Sou vegetariano e odeio mortalmente as vacas.
2. Fico cheio de energias e pensamentos bons quando escuto Vanessa da Mata.
3. Me sinto estranhamente idiota por não saber nadar, mas só quando vejo muita gente nadando.
4. Adoro batom garoto de chocolate branco, embora engorde significativamente mais que o convencional.
5. Escolhi ser psicólogo mais pra resolver os meus problemas do que o dos outros.
6. Quando eu era criança colecionava tampas de desodorante spray.
7. As tenho guardadas até hoje.
8. Fico melancólico quando o tempo está nublado.
9. Tenho uma falha na sobrancelha, e logo acima dela eu tenho um sinal cheio de pelos.
10. Adoro trident de canela, e fico apertando ele contra a língua pra sentir o ardor do sabor.
11. Odeio queijo quente, mas adoro queijo gelado.
12. Fanta uva é meu refrigerante favorito, embora prefira suco de abacaxi com hortelã.
13. Minha risada é meio estridente.
14. Odeio meu cabelo e adoro meus bonés.
15. Tenho 4 fotos 3x4 na minha carteira: uma da minha mãe, duas minhas e uma da Rafaelly (melhor amiga).
16. Tenho um dólar lá também.
17. Não consigo dormir antes das 23:00.
18. Tenho muita raiva de gente omissa e/ou fria.
19. Sou carente, muito.
20. Não tenho necessidade de fazer sexo, pelo menos não muita.
21. Tenho 21 anos e queria ter 17.
22. Odeio forró, country, pagode, sertanejo, funk, rap, hip hop...
23. Adoro MPB.
24. 80% dos filmes que eu assisti e gostei eram dramas. Os outros 20% eram romances dramáticos.
25. Sou fascinado por all star, calça jeans e camiseta branca.
26. Nunca fui fã do Michael Jackson.
27. Tendo a parar de ouvir cantores que se tornam populares demais.
28. Adoro sentir frio.
29. Me apego fácil demais às pessoas.
30. 90% dos números da agenda do meu celular nunca foram discados.
31. Sou odiado por um bocado de gente, de verdade.
32. Tenho tendência a gostar de pessoas isoladas e desprezadas.
33. Não gosto do meu pai.
34. Amo minha mãe com toda a força que possuo.
35. Leio uns 3 livros por mês e, se pudesse, leria bem mais.
36. Não consigo tomar banho no silêncio.
37. Sou viciado em Big Brother Brasil e meu sonho é ser o primeiro eliminado de alguma edição.
38. Estudo francês porque não simpatizo muito com o inglês.
39. Já pensei em fazer tatuagem, usar piercing e até alargador. Não tive coragem.
40. Não consigo pronunciar Gossip Girl sem me enrolar inteiro.
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